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terça-feira, 30 de abril de 2013

Dilma é vaiada por centenas de pessoas em Campo Grande; seria o começo de uma revolução, ocasionando sua não reeleição em 2014?


A carranca de Dilma Rousseff, eternizada no vídeo de 25 segundos, confirmou a regra sem exceções: a primeira vaia ninguém esquece. Nesta segunda-feira, a presidente em campanha pela reeleição baixou em Campo Grande para entregar 300 ônibus escolares, plantar promessas e colher a gratidão dos prefeitos de 78 cidades de Mato Grosso do Sul beneficiadas pela doação federal. Decerto confiantes nas pesquisas de popularidade encomendadas a comerciantes de estatísticas, os organizadores do comício esqueceram de providenciar uma plateia amestrada. E um ato de protesto que juntou centenas de produtores rurais apresentou Dilma ao Brasil real.
O vídeo que já nasceu histórico só registra os apupos que sublinharam a saudação do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal, à "melhor presidenta do país". Foi o recomeço da vaia que teve início quando oserviço de som anunciou a presença no palanque da superexecutiva de araque e permearam a curta fala em dilmês primitivo, coerentemente encerrada com um palavrório sem pé nem cabeça:
- Tem gente que acha que democracia é ausência de uns querendo uma coisa e outros querendo outra. Não é, não. Democracia é o fato de que há diferenças e de que a gente convive com elas, procura um ponto de equilíbrio e resolve as coisas. Eu não tenho problema nenhum, podem falar sem problema nenhum, só deixem eu concluir aqui o meu finalzinho, que eu estou no fim.
O que estava no fim era a discurseira. A convivência da presidente com o Brasil real mal começou. Foi só a primeira vaia.


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